Apresentação do livro "O Infante", do Apuliense Filipe Queiroga, no dia 29 de Novembro de 2016, pelas 21h30, no Auditório dp Centro de Informação Turística de Esposende, sito na Av. Engenheiro Eduardo Arantes de Pliveira, em Esposende.
A apresentação será efectuado pelo Dr. Penteado Neiva, com a presença do Senhor Presidente da Câmara de Esposende, Arq. Benjamim Pereira.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Magusto 2016
No próximo domingo, dia 13 de Novembro, pelas 18h00, a União das Freguesias de Apúlia e Fão irá organizar o magusto, na Escola de Paredes, em Apúlia.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Jogo Solidário – 6 Novembro – 15h00 G.D. Apúlia x C.F. Fão
Jogo Solidário –
6 Novembro – 15h00
G.D. Apúlia x C.F.
Fão
Por uma boa causa no próximo Domingo todo o
nosso apoio vai para o pequeno Tiago.
Tiago Duarte um campeão que neste momento vive uma fase difícil na recuperação de doença oncológica e por isso merece toda a nossa solidariedade.
Os pais do Tiago passam por dificuldades económicas e nós também vamos ajudar.
Vamos todos associar nos a esta causa!
Domingo 06/11 - 15h Campo dos Sargaceiros
Pode acompanhar a sua luta em:
domingo, 16 de outubro de 2016
GDA - RESULTADOS FIM DE SEMANA
JUNIORES
Merelim São Paio 1 - GDAPULIA 1
(Camp. Distr. JUNIORES 1.ª DIV.)
BENJAMINS
Gandra FC 4 - GDAPULIA 5 (Jogo amigável)
INFANTIS
Gandra FC 7 - GDAPULIA 0 (Jogo amigável)
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Município de Esposende avança com construção de sanitários públicos junto à igreja paroquial de S. Miguel de Apúlia
O Município de Esposende vai proceder à
remodelação do adro da capela da Senhora da Saúde, em Esposende e à construção
dos sanitários públicos, nas imediações da igreja paroquial de S. Miguel de
Apúlia. A realização destas duas obras foi aprovada, por unanimidade, na
reunião de hoje do Executivo Municipal.
No caso da remodelação do adro da Senhora
da Saúde, será celebrado um protocolo, entre o Município e a Fábrica da Igreja
Paroquial de Santa Maria dos Anjos de Esposende, para intervenção num espaço
apontado como “nobre para a cidade, situado numa das principais entradas da
urbe e que, apesar de ser propriedade da Igreja, tem acentuada utilização
pública”, sublinha o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim
Pereira.
Tratando-se do maior espaço verde da cidade de
Esposende, o adro da Capela da Senhora da Saúde regista grande afluências de
visitantes, seja em cumprimento de promessas religiosas, seja para merendas e
recreio. O recinto está muito degradado, com os pavimentos e o próprio coreto em
mau estado de conservação.
Prevê-se o restauro do coreto e da fonte,
organização do estacionamento, melhoria na zona das instalações sanitárias,
alteração do pavimento em torno da capela, para cubo de granito, plantação de
mais árvores e colocação de mesas para piquenique. O valor base desta obra,
entretanto submetida a concurso, é de 188 mil euros.
Já no caso das instalações sanitárias de Apúlia, o
protocolo envolve o Município e a Fábrica da Igreja Paroquial de S. Miguel de
Apúlia e prevê a construção de equipamento de apoio, atendendo à elevada
afluência de público e de turistas àquele local da vila.
A obra também se encontra em concurso público, pelo
valor base de 29500 euros.
Fonte: C.M. Esposende
Fonte: C.M. Esposende
G.D. Apúlia - Jogos
Grupo Desportivo de Apúlia
Jogos | Sábado, 15 | Outubro | 2016
Juniores
4.ªJornada - 1ª Divisão AF Braga
16h00: Ass. Merelim S. Paio x G.D. Apúlia
Iniciados
3.ª Jornada - 2ª Divisão AF Braga
15h00: Ass. Desp. Ninense x G.D. Apúlia
Quando joga o GD Apúlia, Jogam todos os Apulienses
Pelo futuro do GDA
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
SARGACEIROS DA APÚLIA DESLUMBRAM LISBOETAS
Lisboa rendeu-se aos sargaceiros da Apúlia. O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia desceu à capital para mostrar como se canta e dança na sua terra, os seus usos e costumes muito peculiares.
Desde a Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, onde se concentraram para desfilar, ao longo do percurso e no largo do Martim Moniz, os sargaceiros foram sempre rodeados de numerosas pessoas – lisboetas, imigrantes e turistas – que lhes fizeram inúmeras fotografias e sobretudo os aplaudiram e acarinharam.
Trajando a branqueta e a cabeça coberta com o sueste, levaram consigo o galhapão, a gaiteira e a carrela que são os utensílios da sua faina. E, tendo o castelo de S. Jorge como um dos magníficos cenários, os sargaceiros cantaram e dançaram para o numeroso público que os aguardava. E a sua atuação constituiu a apoteose do magnífico festival de folclore organizado pelo BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco, uma iniciativa que contou também com a participação do Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato e o Grupo de Percussão “Bombrando”.
Fundado em 1934, o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia é um digno representante do folclore do Minho
Fonte: Esposende Altruísta
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Da Apúlia a Esposende
Da Apúlia a Esposende
PASSEIOS E PERCURSOS
Da Apúlia a Esposende
Por Ana Isabel Mineiro
PASSEIOS E PERCURSOS
Da Apúlia a Esposende
Por Ana Isabel Mineiro
A imagem que retemos das praias da Apúlia não é o areal branco e limpo, nem o mar frio e caprichoso; é aquela curiosa fila de moinhos instalados no cimo das dunas para aproveitar os ventos fortes da zona.
Moeram milho ainda durante o século passado, e agora, recuperados pelos proprietários, são excelentes poisos de Primavera e Verão, num lugar verdadeiramente privilegiado, quer pelo sossego quer pelas vistas sobre a longa e estreita costa que se prolonga a perder de vista. Se o vento não soprar com muita força, o cordão de dunas abafa o barulho do mar e só lá do cimo, junto aos moinhos, é que nos apercebemos do seu balanço ritmado na linha branca de areia que segue para norte e para sul. Escolhemos o norte, numa manhã calma e de céu parado. À nossa esquerda, o mar; à direita, as antigas barraquinhas de guardar o sargaço, algumas habitações, tudo encarrapitado numa tira estreita de areia que o mar não há-de querer poupar durante muito mais tempo. Alguns barquitos de pesca artesanal dão um ar rústico à praia, mas a parte mais bonita - e selvagem - fica um pouco mais à frente.
À medida que caminhamos as dunas parecem crescer e encrespar-se numa barreira contra as ondas, que vão deixando alguns despojos marinhos aos seus pés. No cimo, nem casas nem moinhos, apenas a vegetação selvagem que antecede o pinhal sombrio de Ofir, que se alcança por um passadiço de madeira. Mas quem prefere o sol continua pela areia, em direcção ao pontão que assinala a parte mais concorrida da pequena praia. No Verão, não faltam bons locais para arrefecer a pele em banhos salgados e frescos, partilhando com frequência a água com algas variadas, que depois se vêm estatelar na areia em desenhos abstractos - um autêntico SPA, com a vantagem do ar livre.
O pior vem a seguir: junto à praia de Ofir, duas gigantescas torres de apartamentos saem das areias, incongruência tanto mais imperdoável que estamos na Área de Paisagem Protegida de Esposende e do Parque Natural do Litoral Norte. O mar, domado aqui por dois pontões, é mais liso e procurado pelos banhistas do que mais adiante, onde cavalgam na espuma os rochedos escuros a que chamam Cavalos de Fão. Cavalos-marinhos, certamente, que podemos tentar alcançar se a maré estiver de feição, mas depois de duas horas com os pés na água, preferimos apanhar o passadiço de madeira que nos leva em direcção ao rio.
Entre Mar e Rio
Viramos para norte e entramos numa área de bosque dunar: arbustos baixos, plantas rasteiras e flores saem da areia, numa pequena amostra do que seria a zona no seu estado natural, sem interferências humanas. Uma placa no início deste percurso, que nos conduz por um passadiço até ao ponto mais alto das dunas, dá-nos conta da riqueza faunística desta zona entre mar e rio, cujas ilhotas e margens abrigam inúmeras espécies de aves, e mesmo algumas tímidas lontras (da espécie "invisível", disse-nos por brincadeira um amigo de Esposende). À medida que a vegetação baixa, maior é a visão sobre o mar, de um lado, e sobre o rio Cávado, do outro. Serpenteamos sobre as tábuas de madeira do caminho até ao miradouro. Lá no cimo, espera-nos uma visão fantástica de cento e oitenta graus sobre a foz, o espelho parado do rio com os seus tufos de ilhotas, a linha de casas brancas de Esposende, o verde-escuro do pinhal de Ofir e, de novo, o mar, antecedido pela risca branca do areal.
Regressamos pelo mesmo caminho, mas desta vez mantemo-nos do lado oposto à praia, junto ao rio, penetrando no pinhal onde, muito menos tímidos que as lontras, alguns esquilos moreninhos saltam de árvore em árvore, eriçados, à nossa passagem. Chegamos a Fão percorrendo estradinhas labirínticas e sombrias, cujo arvoredo esconde moradias invejáveis. Adormecida, a povoação espalha-se dos dois lados da ponte sobre o Cávado, desenhada no atelier de Eiffel. A zona antiga é um emaranhado de ruas estreitas refrescadas por sombras de muros altos e pela presença do rio. Algumas fachadas ainda conservam um certo charme antigo, mas falta-lhes a atenção que já foi dada à outra margem, em Esposende.
Esposende ao perto e ao longe
À primeira vista, o casario certinho de Esposende parece demasiado previsível, alinhado com a margem do rio e como que aparado por cima, para não crescer. Mas umas voltas pelo interior mostram-nos que as ruas têm surpresas escondidas: arcos, pracetas agradáveis com esplanadas, ruas de peões, praças arborizadas. Reina o branco e os detalhes de granito, como é costume no Minho, mas a ditadura não é total, e a cor vai aparecendo em algumas fachadas.
Quase no fim da povoação, junto ao rio, fica o Forte de S. João Baptista e o pequeno farol que marca a entrada da barra. Há muito que o assoreamento progressivo do Cávado lhe retirou a importância que teve nos séculos XV e XVI, época em que Fão chegou a ter uma importante indústria naval e se podia navegar rio acima, até às imediações de Braga. Neste momento, a foz é um local a não perder pela sua beleza, e poucos locais oferecem um pôr-do-sol como este, com vistas sobre a curva muito redonda do rio em volta das areias de Ofir, onde as ondas se desfazem em espuma. O único rival sério será, talvez, a capela de S. Lourenço. Fica a cerca de três quilómetros daqui, no cimo de um monte e no local de um castro da Idade do Ferro que comprova a antiguidade do povoamento desta zona tão fértil. No lugar da antiga necrópole fica agora a capela do santo que, dizem os entendidos, é muito bom para sarar as dores de dentes; mais justo seria que protegesse a visão, já que a panorâmica que se abrange daqui, num dia perfeitamente claro, vai da Póvoa até quase a Viana!
Lá em baixo, Esposende é agora um casario diminuto e branco junto ao rio, o mar é uma barra azulada e luminosa debruada pela sombra verde-escura dos pinhais. E entre o monte e o mar ficam os campos verdes, lisos e simétricos como uma folha de papel quadriculado.
Como ir
A Apúlia, onde iniciámos esta escapada, fica a cerca de 45 quilómetros a norte do Porto. O IC 1 tem uma saída para aqui, e também para Fão e Esposende. A EN 13, paralela ao litoral, também permite uma ligação fácil aos locais mencionados. Já na zona, a visita é feita com uma combinação de percursos a pé, pela praia, dunas e pinhal, e de automóvel, no que diz respeito à ligação de Fão a Esposende, e daí ao castro e capela de S. Lourenço.
Quando ir
Em qualquer altura do ano, tendo sempre em conta que a costa do Minho é muito ventosa, mesmo de Verão. Em contrapartida, diz-se que é das zonas do país com mais iodo.
Onde comer
Nesta zona as especialidades são os rojões e, sobretudo, o marisco e o peixe - é conhecido o arroz de robalo, por exemplo. Há muitos restaurantes à escolha mas, na Apúlia, o Camelo, na rua do Facho (Tel. 253987600) é a melhor opção. Em Esposende, um dos endereços recomendados é o Varandas do Cávado, no Hotel Suave Mar. Em Fão, não deixar de provar os folhados com doce de ovos e as famosas Clarinhas de Fão da Casa das Clarinhas, na rua Visconde S. Januário. O Bar da Praia, junto ao Forte S. João Baptista, está numa situação privilegiada com vista sobre o mar e a foz do Cávado, e serve refeições ligeiras.
Onde ficar
Por exemplo, na Estalagem Parque do Rio (tel. 253 981 521/3), se pretender ficar em Fão (Ofir), entre o mar e o rio. Um quarto duplo custa entre os 65 e os 80 euros. No coração de Esposende, na Av. Eng. Arantes de Oliveira, fica o já clássico Suave Mar (Tel. 253 969 400), com vista para o estuário do Cávado, e preços que rondam os 90 euros.
Informações
Posto de Turismo de Esposende: Av. Eng. Arantes de Oliveira, Tel. 253961354. Aberto das 9h30 às 12h e das 14h às 19h. Na Net: www.rtam.pt. Região de Turismo do Alto Minho, Viana do Castelo, tel. 258829798.
Ana Isabel Mineiro (PÚBLICO)
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
GIP - Ofertas de Emprego (31/08/2016)
Fonte: U.F. Apúlia e Fão
Para mais informações contacte:
| Nº OFERTA | PROFISSÃO | LOCALIDADE |
| S/N | Ajudante Familiar/Idosos | APÚLIA |
| Distribuidor de Pão | APÚLIA | |
| 588710770 | Operador de Caixa | ESPOSENDE |
| 588708531 | Marceneiro | ESPOSENDE |
| Cozinheiro | TAMEL (S VERÍSSIMO) | |
| 588712117 | Empregado de Mesa | TAMEL (S VERÍSSIMO) |
| 588712071 | Operador de Máquinas de Escavação, Terraplenagem e Similares | VÁRZEA |
| 588711462 | Preparador de Refeições Rápidas | ARCOZELO |
| 588710522 | Empregado de Bar | MARTIM |
| 588710521 | Cozinheiro | MARTIM |
| 588710480 | Operador de Máquinas de Costura | MACIEIRA DE RATES |
| 588710272 | Trabalhador de Costura e Similares | BARCELOS |
| 588709684 | Bate-chapa de Veículos Automóveis | LAMA |
| 588709266 | Comerciante de Loja (Estabelecimento) | BARCELINHOS |
| Riscador de Moldes e Cortador de Tecidos | ALVELOS | |
| 588707451 | Operador de Prensa de Forjar, Estampador e Similares | LIJÓ |
| 588707449 | Operador de Prensa de Forjar, Estampador e Similares | LIJÓ |
| 588706424 | Empregado de Armazém | LAMA |
| 588705635 | Repositor de Produtos em Prateleiras | RIO COVO (S EUGÉNIA) |
Gabinete de Inserção Profissional União das Freguesias de Apúlia e Fão
Endereço electrónico: gip@apuliafao.freguesias.pt
Rua Prof D. Ida Eiras nº 20 - 4740-378 FÃO Telefone/Fax: 253 290 795 (Segundas e Quartas-Feiras)
Rua da Casa do Povo nº 18 - 4740-047 APÚLIA Telefone/Fax: 253 052 412 (Quinta-Feira)
Avenida Paulo Felisberto nº 200 - 4750-194 BARCELOS Telefone/Fax: 253 469 640/ 253 469 667(Terças e Sextas-Feiras)
quinta-feira, 14 de julho de 2016
16 Julho 2016 - Arraial Apuliense
16 Julho 2016 - Arraial Apuliense
É já no próximo sábado que acontece o Arraial Apuliense. Desta vez acontecerá no Largo junto ao edifício dos Socorros a Náufragos. A receita a apurar beneficiará o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia e também o Grupo Desportivo de Apúlia. A partir das 19h do dia 16 de Julho haverá sardinha assada, bifanas e caldo verde. O Grupo Infantil dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia actuará pelas 21h30m.
Fonte: U.F. Apúlia e Fão
Subscrever:
Mensagens (Atom)






